Adalzízio era o nome daquele rapaz. Sempre foi o primeiro na chamada, mas a letra “z” – em dose dupla – chamava mais atenção do que o “a”. E nenhum nome com “z” pode ser bonito.

Adalzízio não tinha apelidos, passou a vida sendo chamado pelo nome. Na camiseta do time, acima do número oito de volante, estava lá: ”Adalzízio”, para o desespero dos narradores.

Ele sofreu. E como sofreu. E então, já adulto, começou a rezar. Rezava muito, todas as noites, mas não sabia extamente o que pedir, apenas rezava. Rezou, rezou, rezou tanto que consegui. 

Sim, Adalzízio conseguiu. Graças a Jesus Cristo, Adalzízio teve um domingo feliz.

Adalzízio, quem diria, é um homem de sorte.

E Jesus Cristo tem senso de humor.