Desde que Alexander Grahan Bell passou o primeiro trote telefônico da história por volta de 1870 que a brincadeira não parou mais. De lá pra cá a criatividade do ser humano misturada ao espírito de porco do começo dos tempos fizeram com que os trotes fossem ficando cada vez mais convincentes.

Quem não se lembra do famoso Trote da Telerj onde o saudoso advogado Luiz Pareto queria apenas reclamar de um telefone com defeito mas foi surpreendido por fanfarrões que notaram a “voz fina de viado” do distinto senhor.

Sem contar os programas de rádio que usam trotes pra fazer a alegria da audiência (e o desespero de quem atende) como o Trote da Eliana e o bebê que “tá ficando roxo, tio” e o cabra arretado da moléstia Mução que, por exemplo, não leva mais o carro para oficina do Casca de Ferida.

O problema é que a bandidagem entrou na brincadeira metendo o pé na porta e acabou fazendo o trote de telefone ser mais preocupante que ligação de cobrança do banco. O gerente da sua conta passou a ser uma mocinha perto dos gritos e ameaças de alguém que supostamente está com o seu filho, mesmo que você ainda não tenha um.

Para acabar com palhaçadas como essa que criamos o Pequeno Manual da Vida – O Que Responder Em Trotes de Sequestro.

Mais uma produção em parceria com o meu Tio Dino.

Ps.: Não, a mulher do vídeo não é a mãe do Beiçola da Grande Família.