Entrevista com os candidatos a governador dos estados. Essa idéia seria genial… se não fossem os limites da TV. Imagine qualquer pessoa poder fazer a pergunta que quisesse ao candidato ao vivo? O sistema nem é tão complicado. Para evitar as gracinhas dos fanfarrões é só gravar a pergunta antes de soltar. A pessoa ligaria, gravaria a pergunta, o candidato só ouviria na hora e responderia ao vivo.
Eu faria questão de deixar algumas perguntas como: “Sabendo que sempre há desvio de verba, quanto o senhor imagina desviar durante o seu mandato?” ou “Vejo no seu currículo que você não tem sido um bom funcionário público, me convença, em 1 minuto, a contratar você para o cargo de governador do meu estado.”.
E quem sabe até algo mais objetivo como: “Eu voto em você e até consigo convencer várias pessoas a votarem também, mas vamos combinar uma coisa? Caso você seja pego em algum escândalo de corrupção, eu poderei te levar à uma praça pública e chamar esse mesmo pessoal que eu convenci a votar em você para te humilhar na frente da população até NÓS não aguentarmos mais?“.
Quem respondesse essas três perguntas ganharia o meu voto.
E finalmente começou a primeira websérie do Jacaré Banguela! A saga de um comediante stand-up criando um texto novo é estrelada por Rafinha Bastos, um dos mais importantes representantes do estilo aqui no Brasil.
A idéia de fazer a série com ele foi basicamente para mostrar que até os comediantes mais conhecidos passam pelas mesmas dificuldades de alguém que está começando na hora de criar um texto novo.
O tema escolhido foi Nutrição e o começo de tudo foi assim:
“…aí seria infame!”
A série tem 6 episódios, sendo que o último ainda não foi gravado. Será um vídeo com o texto inteiro, o sucesso dele depende do sucesso da série. Acompanhe aqui no Jacaré Banguela toda terça-feira o lançamento de um novo episódio.
Como diria os Anões em Chamas: “É melhor que TV paga… só que é de graça”.
A idéia é simples. Fazer o mais distante arremesso de frisbee da história. Para isso os caras foram para um lugar aberto com aparentemente pouco vento. Depois foi só lançar o disco e correr para o abraço.
Será é que é real ou fake?
Apesar de achar um pouco estranho o fato do frisbee ir parar exatamente na mão do amigo do outro lado, eu acho que o vídeo é real.
Eu, como bom gordo que sou, já estou acostumado a ser chamado de fofo. É uma maneira carinhosa e menos agressiva que as pessoas encontraram de dizer “O Rodrigo é um gordo!”.
Ser gordo/fofo é uma coisa, ser gordelícia é outra, mas esse cara está fazendo tudo errado.
“Olha! Rosquinhas com chocolate!”
O grande problema é se servir desse banquete e acabar pegando sem querer uma rosquinha com “chocolate ao leite”.
Uma das profissões mais bacanas na minha opinião é a do mágico. Fazer ilusões para divertir o público é algo que eu realmente admiro. Além dos mágicos dos palcos, que sempre tem recursos cênicos para ajudar nas ilusões, existem os mágicos que rua, que precisam realmente serem bons o suficiente para “enganar” uma platéia totalmente descrente.
Alguns até tentam, mas o talento dos bons vem de dentro.
“A comunhão é um símbolo do sacrifício do corpo de Jesus: ele morreu por todos nós. Mas não me lembro de nada nas escrituras a respeito de Jesus morrendo pela salvação de nossos bichos de estimação”.
Não sei, mas acho que não é a primeira vez que eu ouço essa história de cachorro comendo o corpo de alguém.