Fala de sexo na televisão é sempre complicado. Assistir, mais ainda. Quem nunca passou vergonha ao lado dos pais quando inicia uma cena de sexo na novela? E no dia da véia babada, lembram? Imagine sua filha de seis anos falando "não entendi" e pedindo uma explicação.
Mas é aquela velha história, sempre - e quando eu digo sempre é sempre mesmo – pode ser pior.
Não sei se é influência da pergunta, mas a apresentadora não ficou com cara de égua?
Cortesia do leitor Junior, da comitiva Mula Veia
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FLAGRAS DE MSN
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MANHÃ FRIA
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COMO SE FABRICA UM iPAD
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O QUE O DINHEIRO NÃO COMPRA?
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COMO SE FABRICA UMA GUITARRA?
É nessas horas que me arrependo de ter jogado fora meus cadernos do primário. Você consegue imaginar que alguém paga por isso?
Lindos traços. As crianças do pré devem estar morrendo de inveja.
Existem músicas e músicas, estamos combinados? Pois o vídeo abaixo contém uma daquelas apresentações que deveria ser exibida nas escolas de ensino fundamental. É um balde de cultura que você só aprende pesquisando o interessante. Nunca veremos isso no horário nobre da televisão.
Mas veja o vídeo. Não apenas o veja, ouça a obra. Analise a poesia da composição. Um pouco de música - a verdadeira - no início do dia faz bem.
Mais um da série "coisas que me fazem ter vontade de ter vivido os anos 70."
Rita Cadillac empurra Fusca para chegar a evento de cinema
Rita Cadillac passou por momentos inusitados durante a realização da 6ª Mostra do Filme Livre neste sábado no Rio de Janeiro. Homenageada da noite, a atriz chegou ao evento empurrando um Fusca que não queria andar.
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Você sabe qual a diferença entre a Rita Cadillac e um Fusca?
Um fez sucesso nos anos 70, todo mundo conhece o interior e ainda quebra um baita galho. O outro é apenas um carro popular.
Essa é Rita Cadilac. Uma pessoa que, assim como os outros nefastos, esqueceu de algo. Pois ela esqueceu de parar de dar. Insaciável e incansável. Incomível para alguns, permeável para tudo.
Rita disse: "agradeço o reconhecimento e respeito do meu trabalho". Como não respeitar uma senhora de 53 anos que ainda senta na frente de uma câmera? O reconhecimento, claro, vem de população carcerária, fã incondicional dessa estrela.
Assim segue a vida do nosso Johnny Cash. Empurrando e sendo empurrada. O importante mesmo é gozar.
Eis que uma notícia vinda do pacato bairro Caminho Novo, em Palhoça (SC), promete causar um dos maiores rebuliços da história da música. A denúncia é do programa "Hélio Costa".
Põe na tela!
Eu adoro esse tipo de programa. É a vinheta de abertura entrar no ar que o sangue começa a escorrer pela mesa. Eu só não sabia que Mark Chapman havia virado manézinho.
A Bruna Baunilha (aquele pitéuzinho de gente) me mandou essa história em quadrinhos que foi feita por alguém do Blog /tmp/karlisson. Minha surpresa (e da Bruna também) foi ter um personagem da história "parecido" comigo, a referência também é boa.
Estou ansioso para ver os próximos episódios.
Meu primeiro video-game foi um Atari. Aquela caixa preta era a responsável pela reunião de todos os primos sábado bem cedo lá em casa, bem cedo MESMO. Naquela época os jogos vinham em cartuchos e o controle só tinha um joystick e um botão vermelho. Não era necessário mais do que isso para fazer a alegria da galera. Depois ganhei um Dynavision, um Mega-Drive e um Playstation 1 que coincidentemente tinha quase o mesmo tamanho do Atari.
Semana passada meu primo de 12 anos ganhou um X-Box 360 e adivinha o que eu fiz durante o final de semana? Claro! Dormi de sábado pra domingo na casa dele tentando zerar os jogos que vieram com o video-game. Chegando em casa, vi essa promoção do Yázigi e já pensei numa foto pra mandar.
O tema é: "Coisas Chatas". As fotos vencedoras não são tão boas quanto a que eu vou tirar, portanto, se tudo der certo, semana que vem eu já tô com meu X-Box 360. E você?
Cena no Estádio Municipal de Cidreira (RS), sábado. No peito de um colorado, foto de Ronaldinho e o adjetivo irônico: bonzinho…
…Às costas, outra foto, só que de Adriano, o herói do Mundial de Clubes: marvado
O torcedor ainda está inebriado com a façanha do Japão.
Fotos de Jefferson Botega/ZH
Tinta no rosto, cabelo cortado, camiseta rasgada… pffff, "baita trote". Isso me lembra o meu primeiro dia de faculdade. Enfim, um acadêmico. Me fizeram andar na rua com a camiseta: "vou ser jornalista"
Devia ser probido esse tipo de humilhação, sinceramente.














